Eu sou o homem que vai a um restaurante,
senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo,
menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja
e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto
de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o
empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que explica sua desesperada
e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama quando a recebe
após três semanas somente.
Eu sou o homem que, quando entra
num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando
por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco
e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem
de conversar com seus amigos, e espera pacientemente enquanto os
funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça
e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou
uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas.
Engana-se. Sabe quem eu sou?
'Eu sou o cliente que
nunca mais volta'!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos
todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à
sua firma. Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito
era apenas a pequena gentileza, tão barata, um pouco mais de 'CORTESIA'.
'CLIENTES PODEM DEMITIR
TODOS DE UMA EMPRESA, SIMPLESMENTE GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM
OUTRO LUGAR'.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Marketing Promocional. Marketing o que?

Por Fernando Figueiredo*
É simples assim. Trabalho com Marketing Promocional há 20 anos. Há 20 anos que tento contar para as pessoas o que realmente eu faço. Para minha mãe eu já desisti. Para meus filhos, limito a dizer que o que eu faço são aqueles brindes que eles tanto querem. Para os amigos, arrisco falar que sou Publicitário e ponto final.
Porém, toda esta dificuldade me fez pensar que o errado não sou eu, ou a minha falta de idéia para justificar o que eu faço. A própria disciplina já não é mais Marketing Promocional. Por isso esta dificuldade tremenda em definir o que eu sou. Marketing Promocional, Marketing Publicitário, Marketing Direto. Afinal, de quem foi a idéia de segmentar o Marketing?
Marketing é Marketing e ponto final. E vendo o mundo se transformar na frente dos meus olhos, começo a achar a definição do que realmente eu faço. Em primeiro lugar, chegamos ao fim da linha. Entenda fim-da-linha. Não existe mais above e bellow the line. Isso já agrada uns e desagrada outros, mas é pura verdade. No meu humilde ponto de vista, toda a empresa que atua em marketing, não importa a sua especialidade, tem a obrigação de pensar o todo. Isso mesmo. O TODO.
Porque o consumidor é mais exigente. O consumidor não se atrai mais pelos coisas que se atraia antes. O consumidor não presta mais atenção em comercial de 30 segundos - a não ser que seja O COMERCIAL MAIS LEGAL DO MUNDO. O consumidor muda você de canal a qualquer momento. E entenda que este controle remoto, não funciona só na TV. Funciona no out-door, funciona no supermercado. Funciona em todo lugar.
O consumidor só presta atenção naquilo que interessa a ele. E não apenas por que o consumidor mudou. Hoje ele está sendo bombardeado por muito mais informação que ele tinha antes. No supermercado muito mais produtos. Na TV, muito mais canais. Na banca de jornal, por muito mais títulos. No meio digital, por muito mais gadgets (celular, iPod, etc). Enfim, ele tem que selecionar mais. Assim, ele descarta aquilo que pra ele é descartável.
Por isso mesmo, que as empresas tem que pensar no todo. Pensar numa grande idéia em primeiro lugar, e depois, planejar como esta idéia permeará por todos os meios. Ou seja, a idéia é conteúdo que temos que criar para que o consumidor se interesse e preste a atenção. E os meios (ou mídia) é como esta idéia vai impactar o consumidor a qualquer momento, sem a interferência do controle remoto.
Nós aqui na Bullet, nos dias de hoje, e no ambiente físico que estamos, pensamos em uma grande idéia, depois evoluímos a mesma idéia no mundo digital, através de ações on-line; no mundo mobile, através de ações no celular; no mundo TV, através do meio eletrônico; no mundo impresso, através de Material de Ponto de Venda e anúncio de Revista. Assim, cercamos o consumidor, e driblamos seu controle remoto. E aparecemos no seu radar.
Daí o cliente aprovou, e chegou a hora de fazer. Somente neste momento que entram os especialistas. Ou seja, na hora de usar os meios televisivos, entra a agência de propaganda para veicular; nos meios on-line a agência especializada no mundo web; e assim por diante. Desta forma, parei de pensar em caixinhas. Na hora de pensar, penso numa grande caixa. Penso dentro e fora dela. E só na hora de executar, as tarefas são distribuídas pelos especialistas.
Foi por isso que a Bullet pensou na plataforma Talkability®. Enquanto eu me visse como uma agência de Marketing Promocional, tudo que eu entregaria aos meus clientes seriam ações BTL do meu segmento. A partir do momento que eu me vejo como uma agência de Talkability®, ao criar para meus clientes, não penso mais no meio e sim no fim: TENHO QUE GERAR TALKABILITY. Assim, a idéia é concebida, criada, planejada e apresentada de forma completa.
O cliente fica feliz, pois criamos para ele algo que funciona. Algo que não é mais tão fragmentado como era. E não falamos mais para ele: "Pensamos nas ações BTL. Agora brife sua agência de propaganda para complementar o plano". Nós ficamos felizes, pois vamos além do "mundinho" que estávamos restritos anos atrás.
Só não fica muito feliz minha mãe. Pois agora, quando ela quase convencida do que eu faço tenta confirmar, eu digo: "Faço Talkability®, mãe." E ela esfrega a cabeça, com ar de quem não entendeu nada e responde: "Talka o que?". E pra quem, como minha mãe, continua não entendendo o que eu faço, entra no http://www.talkability.com.br/ ou, liga pra mim. Isso ela faz todo dia.
* Fernando Figueiredo é Presidente da Bullet. Contato: feof@bullet.com.br
É simples assim. Trabalho com Marketing Promocional há 20 anos. Há 20 anos que tento contar para as pessoas o que realmente eu faço. Para minha mãe eu já desisti. Para meus filhos, limito a dizer que o que eu faço são aqueles brindes que eles tanto querem. Para os amigos, arrisco falar que sou Publicitário e ponto final.
Porém, toda esta dificuldade me fez pensar que o errado não sou eu, ou a minha falta de idéia para justificar o que eu faço. A própria disciplina já não é mais Marketing Promocional. Por isso esta dificuldade tremenda em definir o que eu sou. Marketing Promocional, Marketing Publicitário, Marketing Direto. Afinal, de quem foi a idéia de segmentar o Marketing?
Marketing é Marketing e ponto final. E vendo o mundo se transformar na frente dos meus olhos, começo a achar a definição do que realmente eu faço. Em primeiro lugar, chegamos ao fim da linha. Entenda fim-da-linha. Não existe mais above e bellow the line. Isso já agrada uns e desagrada outros, mas é pura verdade. No meu humilde ponto de vista, toda a empresa que atua em marketing, não importa a sua especialidade, tem a obrigação de pensar o todo. Isso mesmo. O TODO.
Porque o consumidor é mais exigente. O consumidor não se atrai mais pelos coisas que se atraia antes. O consumidor não presta mais atenção em comercial de 30 segundos - a não ser que seja O COMERCIAL MAIS LEGAL DO MUNDO. O consumidor muda você de canal a qualquer momento. E entenda que este controle remoto, não funciona só na TV. Funciona no out-door, funciona no supermercado. Funciona em todo lugar.
O consumidor só presta atenção naquilo que interessa a ele. E não apenas por que o consumidor mudou. Hoje ele está sendo bombardeado por muito mais informação que ele tinha antes. No supermercado muito mais produtos. Na TV, muito mais canais. Na banca de jornal, por muito mais títulos. No meio digital, por muito mais gadgets (celular, iPod, etc). Enfim, ele tem que selecionar mais. Assim, ele descarta aquilo que pra ele é descartável.
Por isso mesmo, que as empresas tem que pensar no todo. Pensar numa grande idéia em primeiro lugar, e depois, planejar como esta idéia permeará por todos os meios. Ou seja, a idéia é conteúdo que temos que criar para que o consumidor se interesse e preste a atenção. E os meios (ou mídia) é como esta idéia vai impactar o consumidor a qualquer momento, sem a interferência do controle remoto.
Nós aqui na Bullet, nos dias de hoje, e no ambiente físico que estamos, pensamos em uma grande idéia, depois evoluímos a mesma idéia no mundo digital, através de ações on-line; no mundo mobile, através de ações no celular; no mundo TV, através do meio eletrônico; no mundo impresso, através de Material de Ponto de Venda e anúncio de Revista. Assim, cercamos o consumidor, e driblamos seu controle remoto. E aparecemos no seu radar.
Daí o cliente aprovou, e chegou a hora de fazer. Somente neste momento que entram os especialistas. Ou seja, na hora de usar os meios televisivos, entra a agência de propaganda para veicular; nos meios on-line a agência especializada no mundo web; e assim por diante. Desta forma, parei de pensar em caixinhas. Na hora de pensar, penso numa grande caixa. Penso dentro e fora dela. E só na hora de executar, as tarefas são distribuídas pelos especialistas.
Foi por isso que a Bullet pensou na plataforma Talkability®. Enquanto eu me visse como uma agência de Marketing Promocional, tudo que eu entregaria aos meus clientes seriam ações BTL do meu segmento. A partir do momento que eu me vejo como uma agência de Talkability®, ao criar para meus clientes, não penso mais no meio e sim no fim: TENHO QUE GERAR TALKABILITY. Assim, a idéia é concebida, criada, planejada e apresentada de forma completa.
O cliente fica feliz, pois criamos para ele algo que funciona. Algo que não é mais tão fragmentado como era. E não falamos mais para ele: "Pensamos nas ações BTL. Agora brife sua agência de propaganda para complementar o plano". Nós ficamos felizes, pois vamos além do "mundinho" que estávamos restritos anos atrás.
Só não fica muito feliz minha mãe. Pois agora, quando ela quase convencida do que eu faço tenta confirmar, eu digo: "Faço Talkability®, mãe." E ela esfrega a cabeça, com ar de quem não entendeu nada e responde: "Talka o que?". E pra quem, como minha mãe, continua não entendendo o que eu faço, entra no http://www.talkability.com.br/ ou, liga pra mim. Isso ela faz todo dia.
* Fernando Figueiredo é Presidente da Bullet. Contato: feof@bullet.com.br
Inteligência no Ponto de Venda

Por Bruno Mello
É mais simples do que dois mais dois. Se o seu produto está bem posicionado no ponto de venda, a chance dele vender é quase a mesma que chegar ao resultado da soma anterior. O complicado é que este posicionamento depende de uma série de fatores que precisam funcionar como uma calculadora científica. Num ambiente em que convivem fabricantes, varejistas e consumidores, chegar a uma equação rentável para ambos é cada vez mais urgente.
Marcelo Carneiro da Cunha, Vice-Presidente de Relações com o Mercado da Plano.Trio é como se fosse um matemático especializado neste assunto. Na entrevista a seguir, o executivo que atende marcas como Brastemp, Bungue, Nokia, Vivo, Procter & Gamble explica a importância do trade marketing, pois para realizar qualquer ação no ponto de venda é preciso cada vez mais de inteligência e de integração.
Cada vez mais o Ponto de Venda é o lugar onde o consumidor decide o que vai comprar. Como está este canal dentro da estratégia de marketing das empresas hoje?
Há no mercado dois segmentos que não convivem e que procuramos juntar aqui na Plano.Trio, que é a capacidade criação para o ponto de venda, seja em embalagem, display ou ambientes de varejo, com a capacidade de execução. Ou seja, treinar e capacitar equipes para realizarem a positivação do PDV, que é montagem do sistema de comunicação no ponto de venda, quanto a defesa da marca neste canal através de promotores e consultores de venda.
Há clientes que estão interessados nestas ações integradas. Eles estão percebendo que precisam ter uma presença forte e qualificada no ponto de venda em nível nacional. O PDV não é um local apenas para vender um produto e conquistar o consumidor, mas um ponto de obtenção de inteligência estratégica. É um local onde posso captar a realidade do mercado e que permite reagir mais rapidamente às mudanças, permite planejar e utilizar melhor as ações de marketing.
Quando você fala em integração, o profissional de marketing deve pensar em quais ações?
Há clientes que estão interessados nestas ações integradas. Eles estão percebendo que precisam ter uma presença forte e qualificada no ponto de venda em nível nacional. O PDV não é um local apenas para vender um produto e conquistar o consumidor, mas um ponto de obtenção de inteligência estratégica. É um local onde posso captar a realidade do mercado e que permite reagir mais rapidamente às mudanças, permite planejar e utilizar melhor as ações de marketing.
Quando você fala em integração, o profissional de marketing deve pensar em quais ações?
São várias coisas, nunca é uma só. Por definição, uma ação no ponto de venda é complexa e envolve diferentes ferramentas. Tem o varejo, tem o vendedor, o consumidor, que às vezes não quer nem comprar, mas sim se informar. Um ser humano no ponto de venda não está necessariamente comprando, mas pode estar fazendo algo essencial para o processo de venda que é a tomada de informação ou de auto-convencimento sobre o que ele acha de uma marca ou produto. Num país como o Brasil, comprar um bem durável não é uma decisão simples. Então, elas vão passar um bom tempo no processo de tomada de informação e, por isso, tenho que tornar o ponto de venda num ambiente de informação. Por mais que veja na internet e que converse com os amigos, há uma demanda para que as pessoas vá ao ponto de venda. Isso é distinto do momento da compra, quando tenho que ter a disponibilidade de produto, por exemplo.
E a questão do comércio eletrônico, onde há informação e a disponibilidade do produto é melhor gerenciada?
Há uma tendência de crescimento, a massa crítica começa a pender em favor do comércio eletrônico e os recursos estão cada vez melhores. Porém, o processo de compra não é simplesmente de aquisição via cartão de crédito. O processo de decisão muitas vezes passa pelo contato físico com o produto, que acontece no ponto de venda. Mesmo que o consumidor compre pela internet, muito provavelmente ele decidiu por uma marca ou produto no ponto de venda. Não interessa onde ele vai comprar, mas sim que ele compre o produto da minha marca. Uma coisa está muito conectada na outra. A compra eletrônica é uma tendência em crescimento, mas a decisão de compra continua complexa, envolvendo o contato físico e humano.
Há ainda a digitalização do ponto de venda, com mídias ditais no PDV.
Tudo é definido pela nossa condição humana, o quanto conseguimos processar de informação. O ponto de venda representa para a gente um universo de escolhas. Preciso descobrir entre os produtos disponíveis, qual o melhor atende as minhas demandas, tanto em nível individual, coletivo e de minha capacidade de consumo. Preciso receber essas informações, só que se elas forem oferecidas em excesso eu não vou conseguir processar. Tanto os meios digitais quanto os meios analógicos têm que observar o estado de ânimo do consumidor. Tem um momento no ambiente de varejo onde ele está apto e disponível para consumir informação. Se coloco um maravilhoso display digital num momento em que ele já fez a sua decisão de compra eu não estarei impactando em nada a decisão dele. Ai entra a inteligência, que conhece o fluxo da loja e o comportamento do consumidor. Já não é simples o sistema de comunicação e logística no Brasil e, por isso, é preciso saber onde cada coisa será eficaz. Essa é a questão chave. Isso implica em conhecer o ponto de venda e consumidor. Há comportamentos diferentes em diferentes pontos de venda.
Como a força de vendas tem que funcionar para atingir estes estágios?
Todo mundo que tem sucesso hoje desenvolve produtos mais adequados ao que as pessoas buscam e ou entendem como as pessoas compram. É uma combinação de fatores: entender bem as pessoas para saber o que elas querem comprar e entender como elas compram. Um bom promotor ou consultor no canal de varejo funciona como um profissional de comunicação que facilita a compra e tem uma capacidade enorme de ajudar uma pessoa a se tornar um consumidor e fazer boas escolhas. Ele pode explicar, por exemplo, que um determinado produto não tem ponto de solda e
se você mora numa região litorânea isso é muito importante porque o produto não terá ferrugem. Por isso, esse profissional tem que conhecer muito os produtos que defende e entender o consumidor, saber como ajudar, se o consumidor está num processe de informação ou de compra. Por isso, posso dizer que todos os nossos clientes estão ampliando seus investimentos em trade marketing, que tem a missão de fazer os produtos chegarem às mãos do consumidor.
E aí estamos falando de estratégia.
Sim. Se faço uma ação de Dias das Mães em 2007, reúno uma biblioteca de informações que aprendi e vou aplicar no próximo ano. Posso ter tido uma comunicação muito boa, mas o produto sofreu ruptura, teve falta de produto (na gôndola). Temos gráficos que nos mostram a evolução de vendas diárias durante uma ação que estamos fazendo naquele momento.
O trade marketing é muito mais do que comunicação.Qual empresa que de comunicação que você conhece que consegue dizer dia a dia o que está acontecendo de impacto sobre as vendas da campanha X? Não existe.
O trade marketing é muito mais do que comunicação.Qual empresa que de comunicação que você conhece que consegue dizer dia a dia o que está acontecendo de impacto sobre as vendas da campanha X? Não existe.
Crescem os desafios para as marcas no PDV
Por Thiago Terraredacao@mundodomarketing.com.br
A importância de gerar experiência para o consumidor na compra de um produto continua ganhando força. Diferente de alguns anos atrás, hoje o cliente não espera apenas pelas propagandas em veículos de comunicação, o PDV definitivamente ganha peso na hora da escolha de uma marca. Percebendo esta evolução no mercado, o POPAI Brasil promoveu ontem em São Paulo, em parceria com a ABA - Associação Brasileira de Anunciantes - o Seminário PDV no Marketing Mix, um amplo debate sobre promoção, ponto de venda e merchandising.
Para Silvia Quintanilha, Vice-Presidente de Client Service da Millward Brown, o Marketing de Experiência mostra cada vez mais importância para o consumidor. O seu desenvolvimento permite que ele tenha mais controle das ações com a ajuda da mídia fragmentada, sem falar da ajuda da tecnologia. O consumidor hoje conta com uma melhor distribuição, está mais informado e a realidade é diferente de dez anos atrás. “A distribuição tem papel mais importante e o marketing de experiência passou a ser realidade. A marca que descuidar deste pedaço pode estar perdendo espaço no PDV”, diz Silvia, uma das palestrantes do evento, em entrevista ao Mundo do Marketing.
O consumidor procura se relacionar cada vez mais com o produto e com a marca. Esta experiência começa quando ele busca informações sobre o produto, avalia o que irá comprar e vai até o ponto de venda buscar o contato físico com o produto ou o uso dele. “Se qualquer um destes momentos estiver prejudicado, a marca conseqüentemente está prejudicada também”, conta a VP da Millward Brown. A executiva cita como exemplos de experiências diferentes em lojas, a Sansung que apresenta conceito diferente ao possibilitar aos clientes o contato com produtos conceito para, mais do que vender, oferecer a experiência assim como a Faber Castel, que busca a melhoria de sua imagem fazendo ativação de PDV.
Ponto de venda digitalizado e eficaz
A sinalização digital é recente no Brasil em comparação a outros países como EUA, China, com cerca de 40 mil telas instaladas nos PDVs. Marici Raspes, Gerente de Visual Merchandising e Eventos da Alpargatas, mostrou o case do projeto de marcas de artigos esportivos, que utilizam monitores de LCD nos PDVs. Com o bombardeio de informações de diversos tipos, a sinalização digital representa uma maneira diferente de abordagem. “Poderemos entreter, informar sobre produto, promoções e principalmente influenciar o consumidor no momento da decisão de compra”, explica ao site.
Para que a mensagem seja a mais eficaz possível, a sinalização digital oferece diversos recursos onde cada marca precisa analisar a exposição, localização e o perfil de consumidor que vai atingir. Marici cita DVDs players, telas de LCDs e TVs com recursos de imagens Bi ou Tri-dimensionais, computadores com programações para múltiplos objetivos, sistemas de informações corporativas, entre outros.
Tecnologia fundamental para gerar bons negócios
O Diretor-presidente da Droid/OM e Diretor do Sub-Comitê de Digital Signage do POPAI Brasil, Ronald Peach Jr., apresentou a tecnologia no PDV e o case Carrefour. A instalação de sinalização digital nas lojas, tecnologia empregada, satélite, Internet, cartões para vídeos publicitários e conteúdo, mostram quanto uma mídia no PDV é capaz de alavancar a vendas.
O desenvolvimento da tecnologia no PDV aguarda a chegada de plataformas de áudio, vídeo integrado, iluminação importada e eletrônica que ajudará o consumidor e agregará mais valor ao produto no PDV. “Existia o problema da tecnologia ser pouco funcional e muito cara. Hoje é mais comum ver painéis que piscam, displays que falam, telas com propaganda”, aponta Ronald Peach em entrevista ao site.
Para as empresas, esta tecnologia apresenta papel fundamental no retorno gerado pelo consumidor. Com ela é possível saber o volume de vendas de um produto e quanto vendeu a mais. Para Peach, o que vende é colocar o produto na mão do consumidor e, para isso, existem diversas formas como, por exemplo, o marketing sensorial. “As marcas Ariel e Pampers já usam tela LCD nos pontos de venda, assim como a Alpargatas com 1.500 telas montadas nos displays e vídeos desenvolvidos especificamente para o PDV”, diz.
A importância de gerar experiência para o consumidor na compra de um produto continua ganhando força. Diferente de alguns anos atrás, hoje o cliente não espera apenas pelas propagandas em veículos de comunicação, o PDV definitivamente ganha peso na hora da escolha de uma marca. Percebendo esta evolução no mercado, o POPAI Brasil promoveu ontem em São Paulo, em parceria com a ABA - Associação Brasileira de Anunciantes - o Seminário PDV no Marketing Mix, um amplo debate sobre promoção, ponto de venda e merchandising.
Para Silvia Quintanilha, Vice-Presidente de Client Service da Millward Brown, o Marketing de Experiência mostra cada vez mais importância para o consumidor. O seu desenvolvimento permite que ele tenha mais controle das ações com a ajuda da mídia fragmentada, sem falar da ajuda da tecnologia. O consumidor hoje conta com uma melhor distribuição, está mais informado e a realidade é diferente de dez anos atrás. “A distribuição tem papel mais importante e o marketing de experiência passou a ser realidade. A marca que descuidar deste pedaço pode estar perdendo espaço no PDV”, diz Silvia, uma das palestrantes do evento, em entrevista ao Mundo do Marketing.
O consumidor procura se relacionar cada vez mais com o produto e com a marca. Esta experiência começa quando ele busca informações sobre o produto, avalia o que irá comprar e vai até o ponto de venda buscar o contato físico com o produto ou o uso dele. “Se qualquer um destes momentos estiver prejudicado, a marca conseqüentemente está prejudicada também”, conta a VP da Millward Brown. A executiva cita como exemplos de experiências diferentes em lojas, a Sansung que apresenta conceito diferente ao possibilitar aos clientes o contato com produtos conceito para, mais do que vender, oferecer a experiência assim como a Faber Castel, que busca a melhoria de sua imagem fazendo ativação de PDV.
Ponto de venda digitalizado e eficaz
A sinalização digital é recente no Brasil em comparação a outros países como EUA, China, com cerca de 40 mil telas instaladas nos PDVs. Marici Raspes, Gerente de Visual Merchandising e Eventos da Alpargatas, mostrou o case do projeto de marcas de artigos esportivos, que utilizam monitores de LCD nos PDVs. Com o bombardeio de informações de diversos tipos, a sinalização digital representa uma maneira diferente de abordagem. “Poderemos entreter, informar sobre produto, promoções e principalmente influenciar o consumidor no momento da decisão de compra”, explica ao site.
Para que a mensagem seja a mais eficaz possível, a sinalização digital oferece diversos recursos onde cada marca precisa analisar a exposição, localização e o perfil de consumidor que vai atingir. Marici cita DVDs players, telas de LCDs e TVs com recursos de imagens Bi ou Tri-dimensionais, computadores com programações para múltiplos objetivos, sistemas de informações corporativas, entre outros.
Tecnologia fundamental para gerar bons negócios
O Diretor-presidente da Droid/OM e Diretor do Sub-Comitê de Digital Signage do POPAI Brasil, Ronald Peach Jr., apresentou a tecnologia no PDV e o case Carrefour. A instalação de sinalização digital nas lojas, tecnologia empregada, satélite, Internet, cartões para vídeos publicitários e conteúdo, mostram quanto uma mídia no PDV é capaz de alavancar a vendas.
O desenvolvimento da tecnologia no PDV aguarda a chegada de plataformas de áudio, vídeo integrado, iluminação importada e eletrônica que ajudará o consumidor e agregará mais valor ao produto no PDV. “Existia o problema da tecnologia ser pouco funcional e muito cara. Hoje é mais comum ver painéis que piscam, displays que falam, telas com propaganda”, aponta Ronald Peach em entrevista ao site.
Para as empresas, esta tecnologia apresenta papel fundamental no retorno gerado pelo consumidor. Com ela é possível saber o volume de vendas de um produto e quanto vendeu a mais. Para Peach, o que vende é colocar o produto na mão do consumidor e, para isso, existem diversas formas como, por exemplo, o marketing sensorial. “As marcas Ariel e Pampers já usam tela LCD nos pontos de venda, assim como a Alpargatas com 1.500 telas montadas nos displays e vídeos desenvolvidos especificamente para o PDV”, diz.
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